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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Relato de um poeta cansado

Tem momentos na vida que precisamos descansar, sair da rotina. Não me sinto bem nas minhas tarefas rotineiras, porque já estou no meu limite. Muitas coisas pra pensar, muitas são as coisas pra fazer. 
Tem dias que a vontade é de me desligar de toda essa agitação diária.
O sentido de ser feliz do ser humano é um tanto complexo. Eu admiro pessoas que estão de bem com a vida, bom astral, que levam a vida mais leve e  numa boa.  Confesso que eu tento me desligar de tudo o que me faz mal. Sei que nem sempre vou agradar a todos, sei que não devo esperar o reconhecimento de ninguém e sim fazer a minha parte.
Já dizia algum poeta que pessoas ignorantes discutem pessoas, pessoas interessantes discutem ideias. E eu sinto muita canseira de ter que escutar pessoas falando mal de outras, olhares maléficos, se incomodam com a vida alheia, apontam defeitos enfim, praticar a tolerância não é nada fácil. 
Não sou perfeita e me faço todo um dia um pouquinho, isto é parte do processo de viver, isto é perceber que em meio ao não ter tempo, pode-se ir mais além e cultivar a sensibilidade de se deixar ser na própria vida. 
A gente tem que se desprender de tudo que nos puxa para baixo e buscar o crescimento em novas fronteiras em novos lugares..
Assim sigo.

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