quarta-feira, 11 de abril de 2012

Educação escolar



Educação escolar! Para uns é motivo de continuação de aprendizado, conhecimento, partilha, dedicação e porque não dizer de disciplina, afinal sem disciplina não chegamos em nossos objetivos. Mas para outros, educação escolar é motivo de passar o tempo, de apenas encontrar colegas e amigos, de dizer " ah, eu nem sei o que eu estou fazendo aqui, estou aqui porque meus pais mandam". Então, meus queridos leitores, em minha opinião, a Educação Escolar está em dois polos: um positivo e outro negativo.
Segundo Brandão (1985), "Ninguém escapa da educação. Em casa, na rua, na igreja ou na escola, de um modo ou de muitos todos nós envolvemos pedaços da vida com ela: para aprender, para ensinar, para aprender-e-ensinar. Para saber, para fazer, para ser ou para conviver, todos os dias misturamos a vida com a educação." (BRANDÃO, 1985, p. 7. grifos nossos) .
Então podemos constatar, a partir desta breve citação, que a Educação não está focalizada apenas em um ambiente, mas sim que ela é parte de um todo de casa, da igreja, do meio familiar...
Infelizmente, são poucas pessoas que tem a consciência do que é a Educação Escolar, acham que esta está integrada apenas no aprendizado, na inserção do aluno na escola.
O espaço que me oferecem para fazer a monitoraria das disciplinas é como essa imagem com espaços coloridos que são os alunos. Cada gesto, comportamento, interesse, dedicação é que resulta na cor que você oferecerá para o meio em que vive.

Olhemos para a Educação Escolar como Parte do processo de formação de cidadãos!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Constância diária e uma música para partilhar

No silêncio dos meus lábios

Deus me revela o seu amor para conosco
Sinto uma correnteza de notas musicais que pairam no ar
Esperando para que minhas escolhas se tornem uma partitura completa

Pelas coisas que eu busco do alto
pelo amor de Deus que se faz presente a cada segundo
Sinto que tudo o que está ao meu redor, 
que todas as pessoas que se achegam a mim
percebem a presença de Deus

Deus renova todas as coisas

brilha com todas as cores cintilantes na vida dos que se permitem sentir

Deus é Deus pela sua misericódia
seu imenso amor, que me alimenta a cada dia.


(eu) D+eu+s


Segue a música que inspira------------









quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Experiência sem reticências no ato de escrever

Para que a escrita seja legível,
é preciso dispor os instrumentos,
exercitar a mão,
conhecer todos os caracteres.
Mas para começar a dizer
alguma coisa que valha a pena,
é preciso conhecer todos os sentidos
de todos os caracteres,
e ter experimentado em si próprio
todos esses sentidos,
e ter observado no mundo
e no transmundo
todos os resultados dessas experiências.
Autor: Cecília Meireles

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Conteúdo

Penso que uma das analogias do ato de escrever é libertar o próprio eu no sentido de que a alma fala. Gosto dessa palavra "alma" mas é como falar de "amor" sem reticências e interrogações. Alma e Amor é como o alimento diário da pessoa humana!

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Acompanham-me/Me acompanhe

"Pelas mãos de palavras poéticas o já findado revive, recobra as carnes da história, reassume o espaço, o tempo. Poetizar é reinventar a vida.

Sou do tempo em que tristeza era curada com um pedaço de queijo com goiabada."

(Pe. Fábio de Melo)

"Não há antes nem depois na vida, há apenas as coisas importantes e as outras." ( Inês Pedrosa)

sábado, 29 de outubro de 2011

Seletivas palavras

Desejo é vontade de consumir. Absorver, devorar, ingerir e digerir — aniquilar. O desejo não precisa ser instigado por nada mais do que a presença da alteridade. Essa presença é desde sempre uma afronta e uma humilhação. O desejo é o ímpeto de vingar a afronta e evitar a humilhação. É uma compulsão a preencher a lacuna que separa da alteridade, na medida em que esta acena e repele, em que seduz com a promessa do inexplorado e irrita por sua obstinada e evasiva diferença. O desejo é um impulso que incita a despir a alteridade dessa diferença; portanto, a desempoderá-la [disempower]. Provar, explorar, tornar familiar e domesticar. Disso a alteridade emergiria com o ferrão da tentação arrancado e partido — quer dizer, se sobrevivesse ao tratamento. Mas são grandes as chances de que, nesse processo, suas sobras indigestas caiam do reino dos produtos de consumo para o dos refugos.

Os produtos de consumo atraem, os refugos repelem. Depois do desejo vem a remoção dos refugos. É, ao que parece, como forçar o que é estranho a abandonar a alteridade e desfazer-se da carapaça dissecada que se congela na alegria da satisfação, pronta a dissolver-se tão logo se conclua a tarefa. Em sua essência, o desejo é um impulso de destruição. E, embora de forma oblíqua, de autodestruição: o desejo é contaminado, desde o seu nascimento, pela vontade de morrer. Esse é, porém, seu segredo mais bem guardado — sobretudo de si mesmo.O amor, por outro lado, é a vontade de cuidar, e de preservar o objeto cuidado. Um impulso centrífugo, ao contrário do centrípeto desejo. Um impulso de expandir-se, ir além, alcançar o que "está lá fora". Ingerir, absorver e assimilar o sujeito no objeto, e não vice-versa, como no caso do desejo. Amar é contribuir para o mundo, cada contribuição sendo o traço vivo do eu que ama. No amor, o eu é, pedaço por pedaço, transplantado para o mundo. O eu que ama se expande doando-se ao objeto amado. Amar diz respeito a auto-sobrevivência através da alteridade. E assim o amor significa um estímulo a proteger, alimentar, abrigar; e também à carícia, ao afago e ao mimo, ou a — ciumentamente — guardar, cercar, encarcerar. Amar significa estar a serviço, colocar-se à disposição, aguardar a ordem. Mas também pode significar expropriar e assumir a responsabilidade. Domínio mediante renúncia, sacrifício resultando em exaltação. O amor é irmão xifópago da sede de poder —nenhum dos dois sobreviveria à separação.Se o desejo quer consumir, o amor quer possuir. Enquanto a realização do desejo coincide com a aniquilação de seu objeto, o amor cresce com a aquisição deste e se realiza na sua durabilidade. Se o desejo se autodestrói, o amor se autoperpetua.Tal como o desejo, o amor é uma ameaça ao seu objeto. O desejo destrói seu objeto, destruindo a si mesmo nesse processo; a rede protetora carinhosamente tecida pelo amor em torno de seu objeto escraviza esse objeto. O amor aprisiona e coloca o detido sob custódia. Ele prende para proteger o prisioneiro.Desejo e amor encontram-se em campos opostos. O amor é uma rede lançada sobre a eternidade, o desejo é um estratagema para livrar-se da faina de tecer redes. Fiéis a sua natureza, o amor se empenharia em perpetuar o desejo, enquanto este se esquivaria aos grilhões do amor.

BAUMAN, Zygmunt. AMOR LÍQUIDO: sobre a fragilidade dos laços humanos. Trad. Carlos Alberto Medeiros. – Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. 2004. Pág. 23-25

Cor de rosa bebê

Meu mundo cor de rosa Você chegou e deixou minha vida mais preciosa. Minha filha Minha bebê Mamãe e papai amam muito você!